Blog da Bru

Monday, May 15, 2006

CHEGA AO BRASIL O FILME MAIS ESPERADO DO ANO

O Código da Vinci, livro escrito pelo estadunidense Dan Brown, foi o título mais vendido em 2004 e repetiu o feito em 2005 com mais de meio milhão de exemplares comercializados. O livro já fez um grande sucesso e agora o que está sendo muito esperado é o filme do Código da Vinci. Uma produção milionária aliada a um dos maiores best-sellers da literatura contemporânea. O Código da Vinci, o filme, estréia dia 17 de maio, no 59º Festival de Cannes, e vai chegar aos cinemas brasileiros no dia 19 deste mês.
As filmagens tiveram início dia 29 de junho de 2005.
Este filme terá a produção da Sony, com o cineasta americano Ron Howard e produzido por Brian Grazer, para completar o quadro, com o roteiro de Akiva Goldsman, os mesmo da produção do filme “Uma mente brilhante”. O filme traz ainda o ator Tom Hanks no papel principal. Pela produção, o sucesso é esperado e cotado para o filme mais esperado do momento.
O filme causa reações pelo mundo todo, pois defende a versão de que Jesus casou-se com Maria Madalena e que sua descendência chegou a nossos dias, protegida por uma poderosa sociedade secreta, e que a Igreja procurou esconder a verdade sobre a vida do Salvador
Os católicos brasileiros já foram advertidos pela CNBB par não assistirem ao filme. No dia 12 de abril, o presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Majella Agnelo, fez sua advertência considerando que o filme apresenta "uma imagem distorcida de Jesus Cristo, que está em contraste com as pesquisas e afirmações de estudiosos de diversas áreas das ciências humanas, da teologia e dos estudos bíblicos".
Assim, é esperar para conferir. Pelo jeito as proibições de exibição do filme não vão funcionar no Brasil, como já foram feitas em lugares como as Ilhas Faroe, território autônomo pertencente à Dinamarca, com cerca de 50 mil habitantes. Eles recusaram-se a exibir o filme, que consideraram blasfemo. "Decidimos proibir o filme por ser blasfemo. Quando perguntamos à distribuidora Nordisk se o conteúdo correspondia ao do livro e a resposta foi positiva, decidimos que ele não seria exibido nas Faroe", disse Jákup Eli Jacobsen, proprietário de um dos dois cinemas do arquipélago, em entrevista ao jornal local Sosialurin.


Direção: Ron Howard
Origem: Estados Unidos
Gênero: Drama/Suspense
Sinopse: O professor da Universidade de Harvard Robert Langdon (Tom Hanks) viaja para Paris a negócios. Especialista em simbolismo, recebe uma ligação no meio da noite sobre o assassinato do curador do Museu do Louvre. As pistas para o crime parecem estar escondidas no famoso quadro Monalisa, de Leonardo Da Vinci. Com a ajuda da criptógrafa francesa Sophie Neveu (Audrey Tautou), descobre que o curador estava envolvido em uma misteriosa sociedade secreta. Os dois percorrem a Europa em busca da solução para esse caso.
Elenco:
Tom Hanks .... Robert Langdon
Audrey Tautou .... Sophie Neveu
Ian McKellen .... Sir Leigh Teabing
Alfred Molina .... Bishop Aringarosa
Jürgen Prochnow .... André Vernet
Paul Bettany .... Silas
Jean Reno .... Bezu Fache
Etienne Chicot .... Lt. Collet
Jean-Pierre Marielle .... Jacques Sauniere
Clive Carter .... Detective Chief Inspector (Biggin Hill)
Seth Gabel .... Michael the Cleric
Marie-Françoise Audollent .... Sister Sandrine
David Bark-Jones .... Richard
Jean-Yves Berteloot .... Remy
Daisy Doidge-Hill .... Sophie Age 8
Christopher Fosh .... PC Edwards
Joe Grossi .... Church Official
Paul Herbert .... Young Sophie's Father
Arnaud Klein .... French Police Officer
Dhaffer L'Abidine .... PTS Agent
Michael Norton .... French Detective
Peter Pedrero .... Young Silas's father
Harry Taylor .... Detective Chief Inspector
Lançamento no Brasil: 19 de maio de 2006
Site Oficial: O Código Da Vinci

Trailler do filme:


Comentários sobre o filme:
Programa em 5 capítulos que traz comentários sobre os lugares onde será rodado o filme O Código da Vinci:
Primeira parte:

Segunda parte:


Últimas notícias relacionadas ao filme:
Deputado quer proibir exibição de O Código Da Vinci no Brasil

Mundo se prepara para ‘O Código Da Vinci’

Opus Dei considera filme «O Código da Vinci» ofensivo

Festival de Cannes começa com O Código da Vinci

Episódio de "As Meninas Super Poderosas"

Testezinho de videos

Monday, April 24, 2006

RESENHA GA:

Cultura da Interface, e O Que é Virtual?

Steven Johnson, em seu livro, “Cultura da Interface”, faz uma abordagem simples e de modo coloquial, relatando experiências próprias sobre esse novo mundo da interface digital. Ele começa o capítulo relatando que hoje em dia não se pode imaginar escrever sem um computador. E hoje em dia, pergunta-se, que força o trouxe finalmente para o outro lado de espaço-linguagem na tela? E a resposta que tem na ponta da língua é exatamente o design da interface. Comenta que foi preciso uma interface gráfica plenamente realizada para que ele se sentisse confortável o bastante para usar um computador para escrever de verdade.
Concordo com sua idéia de que acreditamos haver milhões de pessoas com histórias parecidas para contar, inclusive sou uma delas. “A mente resiste ao brilho fosco da tela, sente-se pouco à vontade com ele, sem naturalidade. Então ocorre alguma mudança na experiência do usuário, e de repente ele se sente em casa com a máquina, tão aclimatado ao ambiente que não precisa mais brigar com o software”, conta Johnson.
A interface gráfica desempenhou um papel decisivo na criação do colossal mercado hoje existente para aplicações de processamentos de textos, mas a facilidade e a fluidez da escrita digital de hoje deve muito às inovações estéticas da metáfora do desktop. Ele ficou muito mais sedutor, e visualmente mais convidativo. A velocidade da composição digital facilitou muito o processo; ao tempo que escrevíamos cinco páginas com caneta e papel, é possível aviar dez páginas no mesmo tempo, em um computador.
A tecnologia digital avançou muito nos últimos 50 anos, mas certamente não o bastante para permitir a um computador ler um livro e compreendê-lo. Porém, computadores não precisam compreender um documento para fazer coisas úteis com o texto. O computador, treinado só para contar palavras, é capaz de perceber a diferença entre um romance de Stephen King, e este capítulo do livro- exemplo usado por Johnson-, mesmo sendo incapaz de sequer começar a explicar o que essa diferença significa. Mas, como diz ele, distinguir esse capítulo do livro do manual da Apple parece mais complicado: os dois documentos partilham algumas palavras de alta freqüência, como “interface”, “mapeamento de bits”, etc.
O autor acredita que em breve, a maior parte dos computadores pessoais vai contar com uma versão desse programa, criado por Foster, como ferramenta básica da interface humana. Foster instrui o computador para considerar a sobreposição não só de palavras de baixa freqüência, mas também de aglomeração de palavras. Em vez de se atrapalhar com a tentativa e erro de uma pesquisa com palavra-chave, simplesmente escolhemos um documento e dizemos ao computador para encontrar outros semelhantes, e o software faz o resto.
Com uma interface semântica, Johnson acredita que continuaríamos a ter algum controle sobre os conteúdos de nossas pastas, mas ele seria mais indireto, infiltrando-se pelo próprio software de comparação de padrões da interface. Porém, a mudança mais expressiva seria que um sistema semântico de arquivos daria ao computador muito mais controle sobre a organização de nossos dados. Saber se essa recém-descoberta deve ser vista como um avanço na interface ou como um recuo é uma questão que vai muito além do campo das interfaces baseadas no texto, e o autor não tem como responder.
Já no texto “O Que é Virtual”, de Pierre Lévy, é feita uma abordagem mais técnica sobre as virtualizações do corpo e do texto. Na primeira parte, onde fala da virtualização do corpo, o autor coloca alguns sentidos como a percepção, que é claramente externalizada pelos sistemas de comunicação, por exemplo, o telefone para a audição. Usamos esse exemplo também para a função da projeção, ou seja, quando falamos ao telefone meu corpo tangível esta aqui, mas meu corpo sonoro, desdobrado, esta aqui e lá.
Na segunda parte, sobre a virtualização do texto, o autor começa falando das origens mesopotâmicas da escrita. E comenta que quando lemos ou escutamos um texto, em primeiro lugar ele é esburacado, ou seja, cortados todas aquelas palavras que não captamos, e assim tentamos relacionar uma à outra as passagens que se correspondem. Mas enquanto dobramos sobre si mesmo, produzindo assim sua relação consigo próprio, relacionamos também o texto a outros textos e discursos, e a todo aquela imensa reserva de dados e signos que nos constitui.
Sabe-se que os primeiros textos alfabéticos não separavam as palavras. Foi só muito progressivamente que foram inventados os espaços em branco entre vocábulos, a pontuação, os parágrafos, os capítulos, os índices..., enfim, tudo o que facilita a leitura e a consulta dos documentos escritos. Essas tecnologias auxiliares podem ser chamadas por nós como uma aparelhagem de leitura artificial. Assim, segundo o autor, o hipertexto, leva adiante, portanto, um processo já antigo de artificialização da leitura. A leitura de uma enciclopédia já é do tipo hipertextual.
Segundo Lévy, só há hoje um único computador: o próprio ciberespaço. E nele, qualquer ponto é diretamente acessável a partir de qualquer outro, basta que um texto exista fisicamente uma única vez na memória de um computador conectado a rede para que ele faça parte de milhares ou milhões de percursos ou de estruturas semânticas diferentes.
Ele afirma, que certamente o texto digitalizado, fluído, reconfigurável à vontade, que se organiza de um modo não linear, que circula no interior de redes locais ou mundiais das quais cada participante é um autor e um editor em potencial, diferencia-se do impresso clássico. Assim, a virtualização parece fazê-lo coincidir com sua essência. Como se saíssemos de uma pré-história e a aventura começasse realmente, ou como se acabássemos de inventar a escrita, como coloca suas próprias palavras.

Tuesday, April 18, 2006

Trabalho do GB:

Integrantes: Bruna Kirsch, Adrina Sikora e Francine Souza.
Assunto: Grêmio, assunto de interesse da torcida gremista. Ex: noticias sobre jogos, portão de entrada, ingresso, escalação do time, sobre as torcidas...etc.

Tuesday, March 28, 2006

Segundo trabalho do GA

Neste trabalho irei analisar uma notícia sobre a editoria de esportes nos seguintes sites: IG , Folha , Globo , e Terra

A notícia escolhida é sobre o jogo que ocorreu nesta terça feira entre Barcelona e Benfica pela Copa dos Campeões.

Análise:

- Em princípio a informação é a mesma em todos os sites. Todos eles contam o resultado do jogo, que ficou 0 a 0, e alguns detalhes, como por exemplo de que o goleiro brasileiro Moretto fez defesa difíceis, evitando a vitória espanhola.
-Em todos os sites a notícia aparece como manchete principal, porém no site IG está meio escondida, pois a chamada é: Arsenal Derrota a Juve e Barcelona empata na liga, então ao clicar para entrar na notícia temos q procurar esta que esta em segundo lugar. Neste site ela também está mais sucinta, não apresenta um lide com as informações mais importantes, e usa um recurso diferente para começar o texto, narrando alguns momentos do jogo.
-No site do Terra a notícia é mais longa. Apresenta aquele lide clássico dizendo quem, o que, quando, e onde, e logo abaixo narra os fatos mais importantes do jogo inteiro, quase de minuto a minuto, tem uma descrição minuciosa de todos os grandes lances do jogo. Dando grande destaque para o goleiro brasileiro que segundo o título da notícia, parou o Barcelona.
-Já nos site da Folha , e da Globo , as manchetes dos títulos são parecidas. Na primeira é "Benfica e Barcelona ficam no empate sem gols pela Copa dos Campeões", e na segunda "Benfica e Barcelona empatam sem gols". Na notícia da Globo, estão informações sobre o jogo de volta, que será dia 5 de abril, no estádio Camp Nou, em Barcelona.
- As estratégias utilizadas para chamar os leitores variam de site para site. No da Folha somente há uma imagem de chamada com uma pequena legenda embaixo. No do IG é usada a mesma tática, porém com o diferencial de a foto ser maior, e assim mais atrativa para o leitor. No Terra a atenção é chamada para o goleiro, que foi considerado por ele como um "salvador" do jogo, e assim tem um foco diferente das outas. Já no Globo a tática também chama a atenção para o goleiro, mas a foto é do Ronaldo, que segundo eles foi segurado por Moretto.
- Nos sites do IG e da Globo são utilizados links para relacionar palavras como na primeira relação a outro jogo da rodada, e no segundo sobre mais detalhes da Copa dos Campeões. Nos sites da Folha e da Globo aparecem links no final da notícia, com chamadas a outros acontecimentos recentes relacionados ao assunto.

Tuesday, February 21, 2006

Olá pessoal!

Hoje, dia 21 de fevereiro, é o primeiro dia de aula da disciplina de Jornalismo Online,na UNISINOS. Até agora já pude perceber do que vai tratar a cadeira. Este primeiro dia foi muito satistatório pois aprendi a fazer o meu blog e a fazer links.

Meu professor, Daniel Bittencourt, passou uma boa impressão. Não querendo ser puxa-saco, mas estou gostando da sua aula. Ele tem seu próprio blog onde posta as tarefas que os alunos devem fazer a cada aula. Achei muito interessante esta proposta de também indicar o blog dos outros alunos para podermos dar a nosssa opinião.
Aprendendo a fazer links...testando:

Abrindo em nova janela:
UOL

Sem abrir em nova janela:
UOL

Bem-Vindos

Olá pessoal!!!

Este é meu blog...hehehe =D
Estarei publicando meus textos de jornalismo, matérias e notícias interessantes para vocês...
Aceito sugestões!!!

Bjos Bru!!!